A facilitadora:

Ana Rita Mota é licenciada em Design de Comunicação pela Universidade Lusófona (2003) e em Arte e Multimédia pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa (2012). Conta com mais de 20 anos de experiência como designer e um percurso sólido nas artes plásticas.

Tem o curso avançado em Arte-Terapia pela Sociedade Portuguesa de Arte-Terapia e é Facilitadora Certificada do Método I.am.I™ de Pintura Espontânea, sob a orientação direta da Dra. Susan Bello, criadora deste método pioneiro no campo da Terapia Expressiva e da Educação Holística.

Tem experiência no ensino de expressão plástica a crianças do 1.º ciclo.

Pratica meditação e yoga desde 2014, integra um grupo regular de Biodanza e facilita workshops de criatividade desde 2022, onde reúne diversos recursos expressivos para promover o autoconhecimento.

Fundou em 2022 o projeto Raiz Intuitive Art, onde integra diversas valências adquiridas ao longo de sua trajetória, como criatividade, breathwork, meditação, pintura espontânea e arte-terapia. Através desses projetos, convida os participantes a explorar a sua autoexpressão e a conectarem-se com o seu Self autêntico, utilizando a arte como ferramenta para o autoconhecimento e a transformação pessoal.

O meu corpo de trabalho


  • Artista

    A arte já me salvou várias vezes da loucura. A pintar reencontro com o que foi silenciado e dou espaço para que as emoções ganhem corpo e visibilidade.

    Sou movida por uma inquietação difícil de nomear, uma curiosidade em descobrir o que cada figura me quer contar.

    A tela recebe tudo sem filtrar. Revejo-me na imagem de Edith Kramer sobre a folha como uma “mãe recetiva” — um espaço que acolhe a expressão sem julgamento. Vejo o ato de criar como um processo de sublimação, onde transformo a tensão interna em símbolo e o impulso em forma.

O meu trabalho nasce de um diálogo contínuo com o inconsciente.

Entendo a pintura como um espaço de escuta que exige silêncio, presença e atenção encarnada.

Trabalho sobretudo com acrílico sobre tela, num processo espontâneo onde imagem, corpo e emoção se encontram. Intuição e matéria co-criam a obra, deixando que o ritmo da tinta revele a forma.

As obras abaixo integram uma série de treze pinturas que investigam como o corpo simbólico se manifesta através da imagem e do som.

Cada pintura é acompanhada por uma composição sonora original que expande a experiência para além do visual, criando um campo sensorial e contemplativo onde o simbólico pode ser habitado e reconhecido.

Habitando o Corpo Simbólico